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Dicas do que cobrar e não cobrar do hóspede sobre danos no imóvel
Receber hóspedes é sempre um prazer, mas quando se trata de lidar com possíveis danos ao imóvel, a situação pode se tornar delicada. Muitos gestores de imóveis para temporada se perguntam: afinal, o que deve ser cobrado e o que é melhor deixar passar? Vamos explorar essas situações e fornecer dicas valiosas para que você lide com esses casos da melhor forma possível.
Itens que geralmente não devem ser cobrados
Alguns objetos do imóvel são naturalmente mais frágeis e suscetíveis a danos ou desaparecimentos. Talheres, copos, pratos e potes de plástico, por exemplo, são itens que acabam sendo levados para todos os cantos do imóvel. É comum que alguns acabem indo parar no lixo acidentalmente ou se percam durante a estadia.
Cobrar por itens pequenos como copos ou talheres pode gerar insatisfação por parte do hóspede. Imagine o impacto negativo de uma cobrança por dois copos quebrados: a primeira reação do hóspede provavelmente será de surpresa e irritação, o que prejudica a experiência e diminui as chances de ele retornar ao seu imóvel.
Uma dica valiosa é criar um fundo de reposição para esses itens de baixo custo. Dessa forma, você evita desgastes desnecessários com os hóspedes e mantém o padrão de qualidade do seu imóvel sem maiores complicações.
Itens que devem ser cobrados
Por outro lado, há casos em que a cobrança é totalmente justificável, especialmente quando o dano é causado por mau uso ou descuido evidente. Itens como cadeiras, panelas, colchões, mesas e outros móveis de maior valor devem ser cobrados quando danificados.
Antes de realizar a cobrança, é fundamental avaliar a condição do item no momento do dano: era um item novo, seminovo ou já estava desgastado e próximo da troca? Essa análise justa ajuda a evitar conflitos e assegura que a cobrança seja feita de maneira coerente e transparente.
Além disso, móveis plásticos, como mesas e espreguiçadeiras, são opções populares, mas frequentemente se desgastam rapidamente devido à exposição ao sol e ao uso contínuo. Sempre que possível, invista em materiais mais duráveis, como espreguiçadeiras de fibra sintética ou mesas e cadeiras de madeira, que suportam melhor o uso intenso e exigem menos reposição.
Dica extra: Tenha um contrato claro e atualizado
Independentemente do tipo de item danificado, é essencial ter um contrato claro e detalhado que especifique o que é considerado dano e quais são as regras para reposição ou cobrança. Além disso, é importante manter fotos atualizadas do imóvel e dos itens que compõem o ambiente. Isso facilita a comunicação com o hóspede e torna o processo de cobrança mais justo e embasado.
Conclusão
Cobrar ou não cobrar por danos causados pelos hóspedes é uma decisão que deve ser bem avaliada. Ao adotar uma abordagem equilibrada e justa, você evita desgastes desnecessários e aumenta as chances de fidelizar seus clientes. Lembre-se: a dor de cabeça gerada por cobranças mal planejadas pode ser maior do que o próprio prejuízo financeiro.
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